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Olá! Meu nome e Glória; como minha mãe não tenta habilidade na internet resolvi falar por ela; e claro com a sua autorização. Somos de Paraná, uma pequena cidade do Rio Grande do Norte. Maria das Graças Andrade Valentim (minha mãe) tem 65 anos, professora aposentada, dona de uma fé e uma religiosidade inabalável. Uma mãe zelosa, uma esposa cuidadosa e uma dona de casa exemplar. Em meados do mês de dezembro de 2015, mãe começou apresentar uma tosse a qual ela mesma dizia que era uma tosse alérgica; passaram-se alguns dias e essa tosse ainda permanecia, porém agora associada a uma falta de apetite. Após procurar o médico e realizar exames de imagem, os médicos sugeriram iniciar um tratamento empírico para tuberculose, o qual não obteve nenhum resultado. As tosses aumentaram a falta de apetite também e as dores na região posterior do tórax começaram aparecer. Foram realizados novos exames de imagem que evidenciaram derrame pleural, passando a ficar internada a partir daí. Após dias de internação e vários exames, os médicos chegaram ao diagnóstico final; Carcinoma Epidermoide de Pulmão. O que falar quando se recebe o diagnóstico de câncer?? Não existe palavra que consiga expressar tamanha angústia e tamanho medo. Não é fácil! Mas ao mesmo temos nos deparamos com uma força enorme para encará-lo. O apoio recebido pela família e pelos amigos foi extremamente importante. Ela já realizou 10 sessões de radioterapia e já fez 2 (duas) sessões de quimioterapia. Confiante no tratamento e na bondade daquele Deus Todo Poderosa estamos todos confiantes na cura. ELE é fiel!

P.S.: Na foto, minha linda mãe e eu. Nesse dia ela estava fazendo a segunda aplicação de quimio.

Abraços e que Deus abençoe a todos! E desde já agradeço a oportunidade de expressar um pouco o que se passa com quem faz e quem acompanha um paciente em tratamento de câncer, só que passa sabe!

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