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Sou Durvalina, resido em Aracaju-Sergipe. Tenho 65 anos, sou mãe de dois filhos, Paulo César e Marco Antonio, de 46 e 45 anos. E avó de 3 netas e 1 neto: Tayse Rocha, 28 anos, Paula Helen, 22 anos, Lucas Rocha, 22 e Amanda, 20 anos.
Sou aposentada desde o ano 2000. Atualmente dedico meus momentos livres ao trabalho em uma ONG. Creio este fato tem sido de grande ajuda e conforto nos momentos difíceis que enfrento.
Sou diabética e, durante uma das consultas de controle do diabetes, relatei à minha médica alguns desconfortos que estava sentindo, sem jamais imaginar o que estava por vir. Sentia algumas dores no abdome, mas achava que era decorrente da idade e de problemas na coluna lombar. Isto foi em julho do ano passado. A médica solicitou uma ultrassonografia, e posteriormente, uma ressonância magnética do abdomen, para esclarecer o diagnóstico. Confirmada a existência de uma área de lesão, fui encaminhada ao cirurgião oncológico, que depois de uma bateria de exames, incluindo tomografia e colonoscopia, confirmou que eu era portadora de uma neoplasia e que deveria submeter-me a uma cirurgia para retirada da mesma. A cirurgia aconteceu no dia 26/01/2016. Segundo o médico, foi  uma cirurgia exitosa. A biópsia posterior confirmou tratar-se de um GIST, tumor estromal gastro intestinal, localizado no intestino  delgado. Devido às características do tumor, preciso submeter-me a um tratamento quimiotérápico oral com Mesilato de Inantinibe durante 3 anos. Há 2 meses iniciei o tratamento, que consiste em um comprimido oral diáriamente. Necessito também submeter-me a exames de controle no primeiro ano, de 3 em 3 meses, segundo ano de 4 em 4 meses e assim sucessivamente, até completar 5 anos sem recidiva.
Ainda não fiz o primeiro exame de controle, estarei fazendo as ressonâncias próximo dia 20 deste mês.
Quanto aos meus sentimentos, confesso que ainda não consigo identificar com clareza quais são. Momentos de depressão, apreensão e esperança.
Os efeitos colaterais do tratamento não são tão visíveis como os vejo aqui relatados. Aumento de peso, cãibras, palpitaçoes e fadiga, são os que mais se sobressaem.
Tenho muita fé em Deus e confiança no futuro, até porque eu já considero cada dia de hoje como o futuro que já se faz presente.
Acompanho as publicações deste site e os inúmeros relatos de fé e coragem. Diante do que vejo, meu problema nem é tão grande assim.
Graças a Deus por vocês existirem e compartilharem suas histórias conosco.
Esta sou eu, atualmente.
Um abraço,

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